quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo!

Desejo a você, caro amigo, que me deu a honra de passear pelo BLOG, um 
FELIZ 2016!

Sinta a leveza, por um instante. Faça planos. Sonhe.  
Você merece o que há de melhor.

E, depois do merecido descanso, plante sementes para aquelas coisas que você mais deseja. Você terá um ano inteirinho, novo em folha, para regá-las, e vê-las crescer.

Um grande abraço!!

LOVE and PEACE

ARIZONA - Where I Wanna Be (Gamper & Dadoni Remix)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Animais da Amazônia – portfólio Jorge Lopes

Animais da Amazônia – portfólio Jorge Lopes

Jorge Lopes nasceu no Paraná, mas foi para a Amazônia ainda criança, quando seus pais decidiram trabalhar como produtores rurais no norte do Mato Grosso. Terminou os estudos e começou a trabalhar no comércio. Depois se aventurou no garimpo por 7 anos, antes de voltar para ajudar o pai na atividade rural. Ele não se acertava em nenhum lugar, até que chegou ao Cristalino Lodge em 1997. Hoje é guia de birdwatching e fotógrafo, e ajuda a preservar a maior floresta tropical do mundo com suas imagens. Veja as fotos na galeria acima e conheça a história completa do fotógrafo no blog Curiosidade Animal.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Na prática...

Conclusões de Aninha

Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.
 
O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?

Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra

Cora Coralina

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

The General

Quando a Guerra Civil americana teve início, o maquinista Johnny Gray (Buster Keaton) apaixonado pelo seu trem A General não foi aceito para lutar porque seria mais útil como engenheiro da ferrovia. Assim, sua amada Annabelle (Marion Mack) começou a pensar nele como covarde. Até o dia em que ele vai provar que tem coragem e também loucura, ao perseguir sozinho um bando de espiões unionistas, que roubaram o trem A General e dentro dele Annabelle Lee.
A General

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Travessia (La Traversée)

La Traversée - Wikipédia
Durante as férias numa ilha escocesa, Martin e Sarah perdem sua filha Lola. Depois de dois anos a menina aparece e o pai vai buscá-la entusiasmado. Mas agora Lola não fala e Martin se sente espionado. Quais mistérios existem neste lugar?

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

National Geographic - Life in Color: Blue

Photograph by Amy White and Al Petteway
Painted Violin - A bow is drawn across the strings of a colorfully painted violin in Asheville, North Carolina. Nestled in the Blue Ridge Mountains, Asheville is known for its bohemian art and music scenes.
Veja mais em National Geographic.com

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Pássaros Chuvosos


Hoje acordei com barulho de chuva no telhado.
Mas... Que chuva diferente...
Um pingo aqui, outro acolá,
Sem a harmonia que a chuva geralmente tem.

Apurei o ouvido e percebi que a chuva era,
Na verdade, os pés dos pássaros no telhado...
Não era chuva, por fim. Eram pássaros chuvosos...

Andréa W. Petry

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Meu costume

Tenho um costume, que aprimorei durante a vida:
o de entrar com cuidado na casa de outra pessoa.

Observo os quadros, os enfeites.
Entro com cautela em cada cômodo...
Olho onde piso, pois pode haver algo precioso no chão.

E, cada vez que lá retorno,
conheço um pouco mais,
noto coisas novas, para mim.

E, se tenho o privilégio de adentrar no quarto principal,
aquele que guarda o seu coração,
falo baixinho e com delicadeza,
pois, somente ela, sabe o que viveu...



Andréa W. Petry
 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Vanessa da Mata - Minha Herança: Uma Flor

Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio

Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim

Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei

Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre

A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei

A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranquilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si

E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu
Achei você no meu jardim



sexta-feira, 24 de julho de 2015

Minha Doce Terra Amarga

Herói na guerra da independência do Curdistão, Baran (Korkmaz Arslan) decide sair de seu emprego na polícia e ir trabalhar na fronteira entre o Irã, o Iraque e a Turquia. Em sua nova cidade, ele conhece a jovem Govend (Golshifteh Farahani), professora recém-contratada da escola local.
Veja mais em www.adorocinema.com

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A imagem que está comovendo o mundo

© Foto de Joyce Torrefranca. Daniel Cabrera, de nove anos de idade fazendo seus deveres de casa no meio da rua. Cebu, Filipinas, 2015.
 
 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Das utopias

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Mario Quintana

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Num olhar...

Aos teus olhos, lancei meu olhar.
Meus olhos, qual vidro azulado, refletiram dos teus: imagens... e visões... Também sonhos, algumas desilusões.
Os teus olhos também sondaram os meus, lá no fundo...
E você também viu: meus sonhos, meus medos, e alguns anseios que deixei para trás, mesmo sabendo que podem voltar, urgentes...
Nossos olhos conversaram coisas que nossas bocas nunca disseram. Nossos olhos compreenderam sonhos que nunca realizamos.
Nossos olhos viram, juntos, momentos que nunca haviam visto quando estavam sós...
Ah, nossos olhos... Eles falaram de nós como nunca, nunca haviam feito antes...

Teus olhos são tão belos...
Meus olhos são tão sós...

Ah, nossos olhos...
Andréa W. Petry 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Adivinha quanto eu te amo


Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do Coelho Pai. Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai estava ouvindo.

- Adivinha quanto eu te amo? - disse ele.

- Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai.

- Tudo isso - disse  o Coelhinho, esticando seus bracinhos o máximo que podia.

Só que o Coelho Pai tinha os braços mais compridos. E disse: - E eu te amo tudo isto!

Huuum, isso é um bocado, pensou o Coelhinho.

- Eu te amo toda a minha altura - disse o Coelhinho.

- E eu te amo toda minha altura - disse o Coelho Pai.

Puxa, isso é bem alto, pensou o Coelhinho. Eu queria ter os braços compridos assim. Então o Coelhinho teve uma boa idéia. Ele se virou de ponta cabeça, apoiando as patinhas na árvore.

- Eu te amo até as pontas dos dedos de meus pés!

- E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés -  disse o Coelho Pai balançando o filho no ar.

- Eu te amo a altura de meu pulo! - riu o Coelhinho saltando, para lá e para cá.

- E eu te amo a altura do meu pulo - riu também o Coelho Pai e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos das árvores.

- Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio - gritou o Coelhinho.

- Eu te amo até depois do rio até as colinas - disse o Coelho Pai.

É uma bela distância, pensou o Coelhinho. Ele estava sonolento demais para continuar pensando.

Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite. Nada podia ser maior do que o Céu.

- Eu te amo ATÉ A LUA! - disse ele, e fechou os olhos.

- Puxa, isso é longe disse o Coelho Pai. Longe mesmo!

O Coelho Pai deitou o Coelhinho na sua caminha de folhas. E então se inclinou para lhe dar um beijo de Boa Noite.

Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: - Eu te amo até a lua... IDA E VOLTA !


Fábula de Sam Mc Bratney

quarta-feira, 22 de abril de 2015

For Earth Day, 14 Pictures of Extraordinary Trees

This may look like a painting, but it’s not: the photo’s contrasting colors, camera angle, and graphic-like camel thorn trees trick the eye. It was taken in Namib-Naukluft National Park, Namibia, in 2009.
See all in National Geographic website.

quarta-feira, 25 de março de 2015

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.



Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Para meu coração basta...

Para meu coração basta teu peito
para tua liberdade bastam minhas asas.
Desde minha boca chegará até o céu
o que estava dormindo sobre tua alma.


E em ti a ilusão de cada dia.
Chegas como o sereno às corolas.
Escavas o horizonte com tua ausência
Eternamente em fuga como a onda.


Eu disse que cantavas no vento
como os pinheiros e como os hastes.
Como eles és alta e taciturna.
e entristeces prontamente, como uma viagem.


Acolhedora como um velho caminho.
Te povoa ecos e vozes nostálgicas.
eu despertei e as vezes emigram e fogem
pássaros que dormiam em tua alma.

Pablo Neruda

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A menina que roubava livros


The Book Thief (no Brasil, A Menina Que Roubava Livros; em Portugal, A Rapariga Que Roubava Livros) é um filme americano de drama baseado no livro do mesmo nome de Markus Zusak, dirigido por Brian Percival e com o roteiro escrito por Michael Petroni.
 
O filme conta a história da jovem Liesel que encontra refúgio na Literatura para sobreviver ao caos da Segunda Guerra Mundial.